A hidroclorotiazida é um diurético usado no tratamento da tensão arterial alta e do inchaço (edema) associado a insuficiência cardíaca, doença do fígado ou rins. É eficaz e bem tolerada, mas exige vigilância de eletrólitos e do açúcar no sangue.
Também conhecido como: HCTZ
Corticosteroide + tiazida: hipocaliemia e hiperglicemia aditivas.
Ambos os fármacos causam perda renal de potássio: a hidroclorotiazida (a troca de sódio por potássio no túbulo distal pode causar hipocaliemia e hipomagnesemia, com risco de arritmias ventriculares e de potenciar a toxicidade digitálica) e a dexametasona (o rótulo lista, entre as perturbações hidroelectrolíticas, retenção de sódio e líquidos, perda de potássio e alcalose hipocaliémica). O rótulo da hidroclorotiazida refere explicitamente que a hipocaliemia pode desenvolver-se "durante o uso concomitante de corticosteroides ou ACTH" e que os corticosteroides causam "intensified electrolyte depletion, particularly hypokalemia". A associação é comum na prática (ex.: asma/DPOC com corticosteroide + hipertensão com tiazida), mas exige vigilância: monitorizar o potássio sérico (e magnésio), sobretudo em idosos, cirróticos e doentes digitálicos, e repor potássio quando indicado.
Dexametasona + hidroclorotiazida: perda aditiva de potássio (hipocaliemia). Monitorizar potássio e repor se necessário.
Ambos favorecem a perda de potássio e a elevação da glicemia.
Potássio, glicemia e tensão arterial.
Fraqueza, cãibras, poliúria, descompensação glicémica.
Monitorizar potássio e glicemia; ajustar terapêutica se necessário.
DailyMed (FDA) — rótulo aprovado Dexametasona: https://dailymed.nlm.nih.gov/dailymed/drugInfo.cfm?setid=7cbd9005-7df2-47ee-adb3-7244c1c69bc3 ; rótulo aprovado Hidroclorotiazida: https://dailymed.nlm.nih.gov/dailymed/drugInfo.cfm?setid=0789baef-3424-43ab-a3fb-4908172da565 — referência adicional: Prontuário Terapêutico do INFARMED (11.ª ed., 2012)
A hipocalemia induzida pela hidroclorotiazida aumenta o risco de torsades com sotalol.
O sotalol prolonga o intervalo QT (classe III) e o risco de torsades de pointes aumenta quando o potássio e o magnésio séricos descem. A hidroclorotiazida depleta estes eletrólitos e cria o ambiente eletrofisiológico para arritmias ventriculares polimórficas potencialmente fatais. A associação é frequente em doentes hipertensos e cardíacos, o que exige disciplina: manter o potássio sérico pelo menos em 4,0 mEq/L, corrigir a hipomagnesiemia, monitorizar o ECG (QT) e os eletrólitos durante o tratamento e evitar outros fármacos que prolonguem o QT.
Tiazida + sotalol: a hipocaliemia (e hipomagnesiemia) induzida pelo diurético aumenta o risco de torsades de pointes. Corrigir eletrólitos antes e durante o tratamento e monitorizar o QT.
O diurético tiazídico depleta potássio e amplia o prolongamento do QT do sotalol.
Potássio, magnésio, ECG (QT).
Arritmia ventricular ou síncope.
Monitorizar potássio e ECG; corrigir hipocalemia antes.
DailyMed (FDA) — rótulo aprovado Sotalol: https://dailymed.nlm.nih.gov/dailymed/drugInfo.cfm?setid=9a36d95c-6e93-4e57-befe-b5274f359244 ; rótulo aprovado Hidroclorotiazida: https://dailymed.nlm.nih.gov/dailymed/drugInfo.cfm?setid=0789baef-3424-43ab-a3fb-4908172da565 — referência adicional: Prontuário Terapêutico do INFARMED (11.ª ed., 2012)
Sem interação clinicamente relevante. A associação é por vezes usada de forma intencional pelo efeito diurético sinérgico com menor hipocaliemia.
A espironolactona (diurético poupador de potássio) e a hidroclorotiazida (tiazida) têm mecanismos complementares no túbulo renal: a tiazida aumenta a excreção de sódio e potássio, enquanto a espironolactona antagoniza a aldosterona e retém potássio. A associação é por vezes utilizada de forma intencional para potenciar a diurese e a natriurese com menor risco de hipocaliemia do que a tiazida isolada. Não há interação adversa clinicamente relevante, mas o equilíbrio eletrolítico deve ser monitorizado: o risco principal é a hipercaliemia em doentes com insuficiência renal ou com suplementos de potássio, e a hiponatremia em idosos.
Sem interação clinicamente relevante. Associação por vezes usada de forma intencional pelo efeito diurético sinérgico com menor hipocaliemia.
DailyMed/FDA (NIH/NLM) — rótulo aprovado Espironolactona: https://dailymed.nlm.nih.gov/dailymed/drugInfo.cfm?setid=73564b3d-8ede-4008-b75c-1277153b5bb6 ; rótulo aprovado Hidroclorotiazida: https://dailymed.nlm.nih.gov/dailymed/drugInfo.cfm?setid=0789baef-3424-43ab-a3fb-4908172da565
Calcitriol + tiazida: risco de hipercalcémia (redução da excreção renal de cálcio).
As tiazidas diminuem a excreção renal de cálcio (a hidroclorotiazida aumenta a reabsorção tubular de cálcio) e o rótulo da hidroclorotiazida documenta hipercalcemia e hipofosfatemia em doentes em terapêutica tiazida prolongada, com alterações paratiroideias; o rótulo do calcitriol refere explicitamente que "as tiazidas induzem hipercalcemia pela redução da excreção urinária de cálcio" e que existem relatos de hipercalcemia quando as tiazidas são administradas concomitantemente com calcitriol, recomendando precaução. A associação soma, assim, os dois mecanismos hipercalcémicos. Monitorizar o cálcio sérico (e o produto cálcio x fósforo), especialmente no início ou ajuste de dose; vigiar sinais de hipercalcemia (fraqueza, cefaleia, náuseas, vómitos, obstipação, poliúria) e reduzir/suspender o calcitriol ou os suplementos de cálcio se necessário.
Calcitriol + hidroclorotiazida: as tiazidas reduzem a excreção renal de cálcio e podem potenciar a hipercalcemia do calcitriol. Monitorizar cálcio sérico.
As tiazidas reduzem a excreção urinária de cálcio, o que se adiciona ao efeito hipercalcémico do calcitriol.
Calcemia e função renal periodicamente.
Poliúria, obstipação, confusão, litíase renal.
Monitorizar calcemia, sobretudo nas primeiras semanas e em doentes com insuficiência renal.
DailyMed (FDA) — rótulo aprovado Calcitriol: https://dailymed.nlm.nih.gov/dailymed/drugInfo.cfm?setid=8465337c-86ca-ea9d-e053-2991aa0ab167 ; rótulo aprovado Hidroclorotiazida: https://dailymed.nlm.nih.gov/dailymed/drugInfo.cfm?setid=0789baef-3424-43ab-a3fb-4908172da565 — referência adicional: Prontuário Terapêutico do INFARMED (11.ª ed., 2012)
Corticosteroide + tiazida: hipocaliemia e hiperglicemia aditivas.
A hidroclorotiazida pode causar hipocaliemia, e o rótulo indica explicitamente que a hipocaliemia pode desenvolver-se durante o uso concomitante de corticosteroides ou ACTH, com depleção eletrolítica intensificada, particularmente de potássio. A prednisolona, por seu lado, causa perda de potássio e alcalose hipocaliémica (listadas como perturbações hidroelectrolíticas no rótulo). A associação soma o risco de hipocaliemia, que pode provocar arritmias ventriculares ou sensibilizar o coração aos efeitos tóxicos dos digitálicos. Recomenda-se monitorizar os eletrólitos séricos, especialmente o potássio, e considerar suplementação de potássio.
Hidroclorotiazida + prednisolona: risco aditivo de hipocaliemia. Monitorizar potássio e considerar suplementação.
Ambos favorecem a perda de potássio e a elevação da glicemia.
Potássio, glicemia e tensão arterial.
Fraqueza, cãibras, poliúria, descompensação glicémica.
Monitorizar potássio e glicemia; ajustar terapêutica se necessário.
DailyMed (FDA) — rótulo aprovado Prednisolona: https://dailymed.nlm.nih.gov/dailymed/drugInfo.cfm?setid=52e6e21d-94b8-41a0-8d13-371c0e66bcee ; rótulo aprovado Hidroclorotiazida: https://dailymed.nlm.nih.gov/dailymed/drugInfo.cfm?setid=0789baef-3424-43ab-a3fb-4908172da565 — referência adicional: Prontuário Terapêutico do INFARMED (11.ª ed., 2012)
Tiazida + cálcio: risco de hipercalcémia (a tiazida reduz a excreção renal de cálcio).
As tiazidas (hidroclorotiazida) aumentam a reabsorção tubular de cálcio e reduzem a sua excreção urinária, elevando a calcemia. Em doentes a fazer suplementos de cálcio (carbonato) e vitamina D, a associação pode causar hipercalcemia — o Prontuário Terapêutico regista mesmo a contraindicação das tiazidas na hipercalcemia por este mecanismo. Recomenda-se monitorizar a calcemia em doentes em suplementação de cálcio a iniciar uma tiazida, e considerar a redução da dose de cálcio; a interação pode, no entanto, ser usada favoravelmente na litíase renal por hipercalciúria.
Tiazida + cálcio: a tiazida reduz a excreção renal de cálcio — risco de hipercalcemia.
A hidroclorotiazida diminui a eliminação renal de cálcio; com suplementos de cálcio pode surgir hipercalcémia.
Cálcio sérico e sintomas de hipercalcémia.
Poliúria, obstipação, fraqueza, confusão.
Monitorizar o cálcio sérico em doentes em suplementação crónica.
DailyMed (FDA) — rótulo aprovado Hidroclorotiazida: https://dailymed.nlm.nih.gov/dailymed/drugInfo.cfm?setid=0789baef-3424-43ab-a3fb-4908172da565 ; rótulo aprovado Carbonato de cálcio: https://dailymed.nlm.nih.gov/dailymed/drugInfo.cfm?setid=348d3dfa-6a52-4583-96e3-83c4bf2df45b — referência adicional: Prontuário Terapêutico do INFARMED (11.ª ed., 2012)
Tiazida + vitamina D3: hipercalcémia aditiva.
A hidroclorotiazida reduz a excreção renal de cálcio e a vitamina D3 aumenta a absorção intestinal do cálcio; em conjunto, os dois efeitos somam-se e podem causar hipercalcemia, sobretudo em doentes com insuficiência renal, imobilização prolongada ou suplementação adicional de cálcio. O risco é particularmente relevante quando se inicia a vitamina D em doentes já medicados com tiazidas, ou quando se aumenta a dose. Recomenda-se monitorizar a calcemia (e a calciúria) após iniciar ou ajustar a dose de vitamina D em doentes com tiazidas, e reduzir a suplementação se a calcemia subir.
Tiazida + vitamina D3: hipercalcemia aditiva. Monitorizar a calcemia.
A tiazida reduz a excreção de cálcio e a vitamina D aumenta a sua absorção; em conjunto elevam o cálcio sérico.
Cálcio sérico.
Poliúria, obstipação, fraqueza.
Monitorizar o cálcio sérico em suplementação prolongada.
DailyMed (FDA) — rótulo aprovado Hidroclorotiazida: https://dailymed.nlm.nih.gov/dailymed/drugInfo.cfm?setid=0789baef-3424-43ab-a3fb-4908172da565 ; rótulo aprovado Colecalciferol (vitamina D3): https://dailymed.nlm.nih.gov/dailymed/drugInfo.cfm?setid=3822c324-e22a-4ac4-ac1c-9b63983b516a — referência adicional: Prontuário Terapêutico do INFARMED (11.ª ed., 2012)
A associação de Lítio com Hidroclorotiazida aumenta as concentrações séricas de Lítio, com risco de toxicidade.
As tiazidas, como a hidroclorotiazida, reduzem a depuração renal do lítio: a perda de sódio induzida pelo diurético diminui a eliminação do lítio e aumenta de forma marcada o risco de toxicidade. O rótulo da hidroclorotiazida indica que o lítio geralmente não deve ser administrado com diuréticos e remete para o folheto do lítio; o rótulo do lítio confirma que a perda de sódio induzida pelos diuréticos pode reduzir a depuração do lítio e aumentar a litemia. Se a associação for inevitável, reduzir a dose do lítio, monitorizar a litemia com frequência e vigiar sinais de toxicidade (tremor, confusão, ataxia, disartria); assegurar ingestão adequada de sódio.
Hidroclorotiazida + lítio: as tiazidas reduzem a depuração renal do lítio e aumentam muito o risco de toxicidade. Evitar; se inevitável, monitorizar litemia.
Os diuréticos tiazídicos reduzem a excreção renal de Lítio (aumento de reabsorção tubular), elevando os seus níveis séricos.
Doseamentos frequentes de Lítio e de eletrólitos/creatinina.
Sinais de intoxicação por Lítio (confusão, tremor, vómitos, convulsões) exigem suspensão e avaliação urgente.
Evitar a associação sempre que possível; se necessária, monitorizar de perto os níveis de Lítio e a função renal.
DailyMed/FDA (NIH/NLM) — rótulo aprovado Lítio: https://dailymed.nlm.nih.gov/dailymed/drugInfo.cfm?setid=0e6b0a2d-b79c-44d8-b785-5267df9e8f72 ; rótulo aprovado Hidroclorotiazida: https://dailymed.nlm.nih.gov/dailymed/drugInfo.cfm?setid=0789baef-3424-43ab-a3fb-4908172da565 — com referência adicional: Prontuário Terapêutico do INFARMED (11.ª ed., 2012)
Potencialização do efeito hipotensor. A associação pode causar hipotensão sintomática nas primeiras semanas, sobretudo com depleção de volume prévia.
A associação de um IECA com uma tiazida é uma combinação fixa bem estabelecida no tratamento da hipertensão, com efeito anti-hipertensor aproximadamente aditivo (o rótulo do enalapril refere que os efeitos na pressão arterial são "approximately additive" com os diuréticos tiazida) e benefício na redução da hipocaliemia induzida pela tiazida. Os riscos a vigiar: (1) hipotensão de primeira dose — em doentes com depleção de volume/sódio pelo diurético, o rótulo do enalapril recomenda corrigir a depleção ou reduzir a dose inicial; (2) função renal — a hipovolemia pode aumentar a creatinina; (3) eletrólitos — balanço entre a hipocaliemia da tiazida e a tendência hipercaliémica do IECA (o rótulo da tiazida refere que pode ser usada em doentes em quem a hipercaliemia não pode ser arriscada, incluindo doentes com IECA). Monitorizar TA, creatinina e potássio após o início/ajuste; iniciar com doses baixas em idosos e doentes com depleção de volume.
Enalapril + hidroclorotiazida: efeito anti-hipertensor aditivo (associação fixa comum). Vigiar hipotensão de primeira dose, função renal e potássio.
A tiazida reduz o volume circulante e o IECA reduz a resistência periférica — o efeito sinérgico baixa a PA de forma mais acentuada.
PA na 1.ª semana; creatinina e eletrólitos (K+, Na+) às 2 semanas.
Tonturas, síncope, cãibras, sede intensa — possíveis sinais de hipotensão ou hiponatremia.
Iniciar com doses baixas. Monitorizar PA e função renal nas primeiras 2 semanas.
DailyMed/FDA (NIH/NLM) — rótulo aprovado Enalapril: https://dailymed.nlm.nih.gov/dailymed/drugInfo.cfm?setid=b31372f7-cda3-4ead-a481-4cde62e843fd ; rótulo aprovado Hidroclorotiazida: https://dailymed.nlm.nih.gov/dailymed/drugInfo.cfm?setid=0789baef-3424-43ab-a3fb-4908172da565
O alcaçuz provoca pseudoaldosteronismo com hipocaliemia, que se soma à depleção de potássio induzida pela tiazida.
Evitar o consumo excessivo de alcaçuz; vigiar o potássio sérico.
EMC-UK (MHRA) — SmPC aprovada Hidroclorotiazida: https://www.medicines.org.uk/emc/product/11721/smpc
As tiazidas reduzem a excreção renal de cálcio; suplementos de cálcio em doses elevadas podem causar hipercalcemia.
Monitorizar o cálcio sérico em doentes a tomar suplementos de cálcio em dose elevada.
EMC-UK (MHRA) — SmPC aprovada Hidroclorotiazida: https://www.medicines.org.uk/emc/product/11721/smpc
A hidroclorotiazida está contraindicada em doentes com anúria, pelo risco de acumulação do fármaco.
Não usar em doentes com anúria.
EMC-UK (MHRA) — SmPC aprovada Hidroclorotiazida: https://www.medicines.org.uk/emc/product/11721/smpc
A hidroclorotiazida atravessa a placenta; os dados em grávidas não indicam teratogenicidade, mas pode causar hipoperfusão placentária.
Evitar como anti-hipertensor na gravidez; a utilização apenas se o benefício superar o risco.
A hidroclorotiazida é excretada no leite materno em pequenas quantidades; a utilização com precaução.
Em idade fértil, a terapêutica diurética crónica deve ser revista antes da conceção.
EMC-UK (MHRA) — SmPC aprovada Hidroclorotiazida: https://www.medicines.org.uk/emc/product/11721/smpc
Ferramenta de apoio clínico e educativo. A informação não substitui a prescrição médica nem o parecer de um profissional de saúde qualificado.
Diurético tiazídico. Atua no mecanismo tubular renal distal de reabsorção de eletrólitos; aumenta a excreção de sódio e cloro em quantidades aproximadamente equivalentes, com alguma perda de potássio e bicarbonato. A diurese começa em 2 horas, atinge o pico em cerca de 4 horas e dura 6 a 12 horas. O mecanismo do efeito anti-hipertensor é desconhecido.
Inibe o cotransportador de sódio-cloreto no túbulo contornado distal, aumentando a excreção de sódio, cloro e água; a natriurese é acompanhada por perda de potássio e bicarbonato, aumento da excreção urinária de magnésio e diminuição da excreção de cálcio. Aumenta a excreção de ácido úrico e a glicemia.
Bem absorvida por via oral; a diurese começa em 2 horas e atinge o pico em cerca de 4 horas. As resinas de colestiramina e colestipol reduzem a absorção em até 85% e 43%, respetivamente.
Não é metabolizada; é eliminada rapidamente pelo rim, com pelo menos 61% da dose oral eliminada inalterada em 24 horas. Atravessa a placenta mas não a barreira hematoencefálica; é excretada no leite materno. Hipocaliemia e hipomagnesemia podem sensibilizar o coração à toxicidade digitálica.
Semivida plasmática de 5,6 a 14,8 horas (quando os níveis plasmáticos são seguidos durante pelo menos 24 horas). Em doentes com insuficiência renal grave podem desenvolver-se efeitos cumulativos.
Medicamentos do mesmo grupo terapêutico (classificação ATC) ou da mesma classe farmacológica.